sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Abordagens autobiográficas



O quadro de Salvador Dalí “A persistência da memória”, de 1931, que nos mostra alguns relógios de diferentes tamanhos, como se estivessem em processo de derretimento sob o efeito de uma forte luminosidade e calor. Apresentando a meu ver, que a utilização das memórias, não se resume ao simples detalhe, ao remontar ao passado não buscamos objetos inertes, mas na persistência do presente, no que ainda não foi dito nem pensado, nos resquícios, procuramos ressignificar e transformar o futuro nas relações de trocas que se estabelecem. 

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