quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

             Assim como no filme “colcha de retalhos” a colcha que produzimos trouxe um pouco da nossa história de vida (6º semestre de pedagogia) de nossas infâncias, foi à mediadora de aprendizagens e lembranças gostosas de infância, bem como suporte de comunicação sentimentos e emoções, a partir das várias histórias, símbolos, figuras e desenhos que são apresentados nas pinturas. Uma verdadeira obra de arte!
“É na dinâmica da vida e nas histórias tecidas no nosso cotidiano que aprendemos dimensões existenciais e experienciais sobre nos mesmos, sobre os outros e sobre o meio que vivemos...” Elizeu Clementino de Souza.

Entre a escrita e a narrativa da história de vidas o sujeito vai se lapidando, vai se aperfeiçoando, dando vida às memórias esquecidas e, muitas vezes, lembradas naquele momento de relato.

O sujeito carrega e trás sua história no seu encontro com o outro. Não se pode mudar o passado, mas pode-se mudar a experiência do passado, ou seja, trazer a consciência e olhar de um outro lugar, podendo no presente fazer uma outra opção.(Sacharny, 1999).

Assim, o ensino-aprendizagem, na metodologia autobiográfica dá vida ao ser, ao sujeito, ao indivíduo, refazendo e transformando-o na integração com o outro.

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